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segunda-feira, 19 de abril de 2010

2ª Aula - A mata ciliar e o leito dos rios

Continuação: 1ª Aula

Como vimos na aula anterior, um rio começa com um olho d'água ou nascente e, rio e nascente dependem da mata ciliar para sobreviverem. 


Vamos assistir este vídeo para saber como é uma mata ciliar, como e por que preservá-la?


Os rios estão sempre em perigo devido ao contato com o homem. Sem a proteção das matas ciliares o homem não proteger suas nascentes e matas ciliares o rio pode secar e deixar de existir. Mas não é só essa preocupação que devemos ter. Preservadas, nascentes e matas ciliares, devemos cuidar do leito dos rios. Isso mesmo, de suas águas!


A vegetação que cobre as margens do rio, segura a terra e  evita que entulhos e lixo se acumulem no fundo dos rios. O nome desse processo é assoreamento.

O que é assoreamento?


Assoreamento do Rio Alcântara/SG
Assoreamento é o processo em que se observa no leito dos rios, de acúmulo de detritos, lixo, entulho ou outros materiais. No fundo dos rios e lagoas, esse acúmulo torna os rios mais rasos, provocando transbordamento em épocas de grande quantidade de chuvas.

Rio Imboaçu

O Rio Imboaçú faz parte da bacia hidrográfica de São Gonçalo, juntamente com os rios Bomba, Guaxindiba, Aldeia, Muriqui e Alcântara. O rio Imboaçu nasce no Distrito de Sete Pontes, entre os morros do Mineiro e Vista Alegre, no Engenho Pequeno, bairro em que está boa parte da APA do Engenho Pequeno. O referido rio cruza a estrada do Engenho Pequeno, passando por diversos bairros, drenando uma parte dos Distritos de Neves e de São Gonçalo. A bacia do Imboaçu possui uma extensão de 8 km. (Wikipédia)




Três fotos do Rio Imboaçú

Atividades:



Blog Cantinho de História e Geografia
Próxima aula: Passeio Virtual à APA do Engenho Pequeno.


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